O mês de julho de 2026 será marcado pela alternância entre períodos de aquecimento, passagem de sistemas chuvosos e entradas de ar frio. De acordo com o Simepar, Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, a tendência é de que os volumes de chuva fiquem acima da média histórica.
“A atuação do fenômeno El Nino favorece uma circulação atmosférica mais propícia à passagens frequentes de sistemas frontais sobre a região Sul do Brasil. Esse cenário, associado à formação e avanço de áreas de baixa pressão, eleva a probabilidade de chuva acima da média climatológica em todo o estado, com volumes ainda superiores no Oeste e Sudoeste do Paraná”, explica Bianca de Angelo, meteorologista do Simepar.
Historicamente, os menores volumes de chuva em julho, abaixo de 50 mm, são registrados nas cidades que fazem divisa com o estado de São Paulo. No Norte e no Noroeste, historicamente os acumulados de chuva ficam entre 50 mm e 75 mm. Na Região Metropolitana de Curitiba, em algumas cidades mais ao sul da região Norte e nas cidades mais ao norte da região Oeste, os volumes de chuva historicamente em julho ficam entre 75 mm e 100 mm.
Os maiores volumes historicamente neste mês são na metade sul do Paraná. No Litoral e na parte sul da região Oeste, os acumulados ficam entre 100 mm e 125 mm. Em todo o Centro -Sul, variam entre 125 mm e 175 mm.
TEMPERATURAS – Depois das frentes frias, o avanço de massas de ar frio de origem polar favorecem períodos de redução da nebulosidade e declínio das temperaturas. Também são previstas geadas, principalmente no Sul, Centro-Sul, Sudoeste e Campos Gerais, além de episódios de frio intenso.



