Em tempos de tempestades severas, um hábito se tornou mais frequente entre os paranaenses: observar o céu. Atenta à aproximação de tempestades, a população passou a analisar mais a movimentação da atmosfera, e a dúvida mais frequente tem sido sobre os tipos de nuvens. A equipe do Simepar explica quais são as nuvens que indicam a aproximação de ocorrências mais graves: quanto maior o desenvolvimento vertical da nuvem, formando enormes torres que se estendem da base até altas altitudes, maior o potencial para a formação de tempestades. O Atlas Internacional de Nuvens, publicado pela Organização Meteorológica Mundial e seguido pelo Simepar, classifica as nuvens em dez gêneros principais, definidos com base na aparência e na altitude. Esses gêneros subdividem-se em quatorze espécies e nove variedades, além de incluírem características suplementares e nuvens especiais. Como podem se combinar entre si, estima-se que existam mais de cem formações possíveis, mas são três os principais tipos, conforme explica a meteorologista do Simepar, Júlia Munhoz.Foto: Antonio J. Galindo – site SIMEPAR
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